A Força da Agressão Baiana (FAB) é a tropa de elite dos agressores (pegadores) baianos.
O INÍCIO
Sua criação é recente mais suas ideias se basearam num lema criado por um grupo de amigos no início do seculo 21 PCNC (putaria cumenu nu cento) desde então os mesmos procuraram se aperfeiçoar e excluir os pseudo-pegadores até chegar a formação atual.
CARACTERÍSTICAS
A tropa é adotada em operações de alto risco, em especial incursões em Festas e confrontação com Ninfetas Safadas. Faz uso constante de armamentos muitas vezes restritos às Forças armadas Brasileiras, como por exemplo a cantada antipessoal da proposta , uma Cantada que já foi utilizada pelas tropas de elite GSG-9 alemãs e ainda se encontra em uso por tropas de países como Portugal e Paraguai. A fabricação desse armamento foi descontinuada pelo seu criador que hoje é um oficial aposentado da FAB por motivos particulares . Hoje em dia é produzida, sob licença, no Mexico, Portugal e Grécia.
Como ingressar
Há necessidade de ser um agressor há pelo menos dois anos, possuir condicionamento físico excelente, assim como ser aprovado nas avaliações médica e psicológica. São duas as modalidades de curso, uma para cada uma das divisões do batalhão. Curso de ações táticas: Tempo de duração de dois meses, direcionado ao resgate de vadias. Curso de operações especiais: de três a cinco meses, prepara o Integrante para intervenções em áreas de conflito. Horário de serviço: turno de 24 horas sem folga.
Reação Internacional
Segundo o documentário "Wardogs" produzido em 2005 a FAB foi considerada (por seus idealizadores) o melhor grupo de operações especiais do mundo, onde um membro da Guarda Nacional dos EUA supostamente chamado Bain Serna passa cinco semanas com o batalhão . Após o documentário, Serna declarou a um jornal do texas:"É a melhor equipe de pegadores urbanos do mundo. Nossas tropas no iraque deveriam aprender com a FAB".
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